DIÁRIO DO BRASIL: A NOTÍCIA COMPROMETIDA COM VOCÊ!!!

Ótima Semana Para Você

Diário do Brasil - Comprometimento Com Você

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O QUE DEVE SER PRIORIDADE EM UM PAÍS?
Emprego
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Educação
Tecnologia


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NO MUNDO PODE OCORRER UMA EFETIVA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA?
Não, os políticos não querem.
Não, o sistema Mundial não permite.
Sim, existe renda para todos.
Sim, basta o mundo querer.


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................................................................................ A SORTE NÃO ESCOLHE AS PESSOAS, VOCÊ FAZ A SUA SORTE!!! ..................................................................................
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25 Nov 2009 
BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA
Balança Comercial Brasileira - 3ª Semana de Novembro de 2009







RESULTADOS GERAIS




Na 3ª semana de novembro, a balança comercial apresentou exportações de US$ 2,907 bilhões e importações de US$ 2,562 bilhões, resultando em superávit de US$ 345 milhões. O menor resultado das exportações e das importações na semana foi influenciado pelo feriado do dia 20, ocorrido em algumas das principais cidades brasileiras. Até a 3ª semana de novembro, as exportações acumulam US$ 8,789 bilhões e as importações, US$ 8,426 bilhões, com superávit de US$ 363 milhões. No ano, as exportações somam US$ 134,668 bilhões, as importações, US$ 111,706 bilhões, com saldo positivo de US$ 22,962 bilhões.

Fonte: SECEX/MDIC
Admin · 150 vistos · 0 comentários
17 Nov 2009 
GLOBO E A MANIPULAÇÃO
POR QUE A REDE GLOBO DE TELEVISÃO AO APRESENTAR SUA MATÉRIA SOBRE O FATOR PREVIDENCIÁRIO, NÃO DISSE QUE ELE FOI CRIADO PELO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO EM 1999.


O Governo Lula está procurando um fim para esse problema. A Rede Globo de Televisão, ao colocar a matéria sobre o Fator Previdênciário, no JN (Jornal Nacional), no dia 17 de novembro de 2009, não informou ao público que: o tal Fator foi criado pelo Fernando Henrique Cardoso do PSDB, em 1999. E o que é pior, ela com seus repórteres partidários, tentaram desqualificar a ação do Governo, ao por um fim nesse mal que asola nosso país. Essa matéria do JN, do dia 17, é colocada no ar como se o criador do Fator fosse o Governo Lula. O objetivo da Rede Globo é puramente confundir os telespectadores e desqualificar as ações do Governo Lula. Pois, estamos indo para uma corrida presidêncial e, tudo indica que o Luiz Inácio Lula da Silva fará sua sucessor. Isso é algo que não intereça a elite podre do PSDB/DEMO filiados da Globo produções. Não é por acaso que o repórter William Bonner fransil a testa!




 
O que é o Fator Previdenciário?


O Fator Previdenciário foi aprovado em 1999, como parte da Reforma da Previdência iniciada em 1998 no governo FHC. A Lei Nº 9.876, que cria o Fator Previdenciário, modificou os critérios de cálculo dos benefícios e foi um dos maiores ataques aos direitos do trabalhador no Brasil. Ele reduz de 25 a 40% as aposentadorias e prejudica principalmente os mais pobres e aqueles que começam a trabalhar jovens.



Com o Fator Previdenciário, um trabalhador urbano que possui 60 anos de idade e 25 anos de contribuição, e quiser se aposentar por idade, não receberá o valor integral de sua aposentadoria. Para recebê-lo, terá que trabalhar mais alguns anos para completar o tempo de contribuição mínimo. Irá se aposentar aos 70, sendo que a expectativa de vida média do brasileiro é 71 anos, segundo o IBGE.



Desta forma, o governo reduziu o número de benefícios concedidos aos 60 anos (homens) e 55 anos (mulheres), adiando a aposentadoria de quem trabalhou a vida inteira. Com isso, economiza R$ 20 bilhões por ano. O Fator Previdenciário, criado no governo FHC, ignorou o peso do trabalho informal, do desemprego e do trabalho juvenil na parcela mais pobre da população.



Da mesma forma acontece na aposentadoria por tempo de contribuição. Imaginemos uma trabalhadora e um trabalhador que começaram a contribuir aos 20 anos de idade e, ao completarem seu tempo de serviço (contribuição), aos 50 anos e aos 55 anos respectivamente: o Fator Previdenciário causará uma redução do benefício de cada um, no montante de 38% para a mulher e 26% para o homem.



Como o Fator Previdenciário é calculado?



A partir da Reforma da Previdência de 1998/99, o valor da aposentadoria paga pela Previdência Social passou a ser calculado com base na média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição (corrigidos monetariamente) referentes ao período de julho de 1994 até o mês da aposentadoria. É sobre essa média que incide o “fator previdenciário”.



Para as aposentadorias por tempo de contribuição, a aplicação do fator previdenciário passou a ser obrigatória e para aquelas por idade, tornou-se optativa sua aplicação (dependendo do tempo de contribuição, como no exemplo demonstrado acima).



Fator Previdenciário (F) é calculado por meio de uma fórmula que considera as seguintes variáveis:



Id = idade do contribuinte no momento da aposentadoria

Es = Expectativa de vida

Tc = Tempo de Contribuição

a = 0,31 (alíquota somatória da contribuição do empregado e do empregador).



A fórmula é a seguinte:



F = Tc x a x Id + (Tc x a)

Es 100 + 1



A Expectativa de Vida (Es) é calculada e atualizada com base na média projetada pelo IBGE anualmente, que está em torno de 71 anos. Essa é uma variável “negativa” do Fator. Ou seja, quanto maior a expectativa de vida, menos o aposentado recebe. No final de 2007, por exemplo, o IBGE apresentou uma tabela em que a expectativa de vida dos brasileiros aumentou. Apenas isso causou a redução em 0,5% no valor dos benefícios requeridos a partir daquele momento.



Para consultar a Tabela do Fator Previdenciário e saber mais detalhes, visite www.previdenciasocial.gov.br.



Tempo mínimo de contribuição:

Mulheres: 30 anos

Homens: 35 anos

Obs.: O professor que comprove tempo efetivo de exercício nas funções de magistério na educação infantil, no ensino fundamental e médio, tem o tempo de contribuição reduzido em cinco anos, podendo aposentar-se aos trinta anos de contribuição (homem) e vinte e cinco anos de contribuição (mulher). Nesses casos, para se calcular o Fator Previdenciário é preciso SOMAR 5 anos no Tempo de Contribuição do homem e 10 anos no Tempo de Contribuição da mulher.



Idade mínima para aposentadoria:

Mulheres: 60 anos

Homens: 65 anos

Obs.: Trabalhadores rurais podem solicitar aposentadoria por idade com 5 anos a menos.
Admin · 141 vistos · 0 comentários
14 Nov 2009 
COTAS NAS UNIVERSIDADES - PARÁBOLA
REFLEXÃO SOBRE AS COTAS NAS UNIVERSIDADES - PARÁBOLA
Por Denis Nazário


Um homem tinha dois filhos, um biológico e o outro adotivo. Esse homem que não possuia mulher, procurava educar seus filhos da mesma forma. O filho biológico seguia os conselhos do pai, enquanto o filho adotivo não.



O tempo foi passando e seus filhos foram crescendo. O filho biológico estudava e trabalhava com o pai. O outro filho, procurando algo melhor, juntou os seus pertences e partiu para uma terra distante.



Tudo corria bem, cada qual prosperava a sua maneira. O filho biológico ampliou os negócios do pai, por sua vez, o filho adotado trabalhava com outras pessoas e ia guardando alguns bens.



Naquela terra distante, um determinado dia, a fome tomou conta do lugar e o filho adotado começou a passar necessidade. Não havendo mais trabalho, perdeu o que tinha adquirido, sentiu de perto a fome. Procurou pessoas para dividir o trabalho em busca de uma refeição. Descobriu que aquelas pessoas que tinham um pouco de alimento, só aceitavam dividir com aqueles que tinham muito estudo. Segundo essas pessoas, aquela terra estava passando por uma miséria devido a falta de edução do povo.



O filho adotado vendo que não tinha mais oportunidade naquela terra, caiu em si e disse: "Quanto estudo é preciso para gerar um trabalho que mate a minha fome?! Vou partir em busca de meu pai e de meu irmão, eles me darão oportunidade para estudar."



O filho adotado voltou à terra natal, para casa de seu pai. Ele estava arrependido, humilhado e com fome. Seu irmão ao reconhecé-lo, veio ao seu encontro. O pai se estivesse vivo, certamente o acolheria. Porém, seu irmão teve atitude contrária e de imediato foi falando:



"Há tantos anos eu servi o nosso pai que agora não está mais entre nós. Nunca desobedeci uma ordem dele e nunca saí da nossa terra. Estudei e aumentei os negócios. Você saíu vida à fora, não conseguiu nada e agora tem coragem de voltar?! Por que você não ficou a onde estava?"



O filho adotado, vendo a postura do irmão falou:



"Nós fomos criados pelo mesmo pai, porém, somos muito diferentes. Eu não quiz estudar e muitas vezes não segui os conselhos do nosso pai. Levei algum tempo para perceber o que eu deixei de ganhar. Mas aprendi na vida que o estudo para uns vale um pão e, para outros é apenas mais um canudo na mão."
Admin · 143 vistos · 0 comentários
12 Nov 2009 
ESTADOS AFETADOS PELO BLECKOUT EM 2009
A mídia partídaria brasileira após o Bleckout em 2009, tratou de super valorizar a notícia para única e simplismente usá-la para o lado eleitoreiro.

Admin · 141 vistos · 0 comentários
11 Nov 2009 
APAGÃO E A SUPERVALORIZAÇÃO DA MÍDIA
Hoje, 11 de novembro de 2009, vemos a mídia partídaria (Rede Globo e seus seguidores), promovendo uma super valorização na informação no que houve com as linhas de energia vindas da Usina de Itaipu. Já sabemos que foram oito estados afetados e não dez ou mais, como circula em alguns meios de comunicação. Também é fato que Santa Catarina não foi afetada, assim como o Rio Grande do Sul, que no geral teve duas cidades. Sabe-se que o ocorrido "apagãozinho", se deu por causa da interrupção do fornecimento de energia elétrica, devido a fatores climáticos fato totalmente diferente ocorrido em 2001/2002.

O ano de 2001 marcou a falência definitiva do governo de Fernando Henrique Cardoso. O fato que mais simbolizou esta falência foi a crise energética que abalou o país a partir do mês de maio. O Brasil, tido até então com um dos maiores potenciais de geração de energia hidrelétrica do mundo, foi obrigado a conviver com o racionamento de energia. O pior é que isto estava previsto e foi alertado por diversos cientistas, como os físicos Luis Pinguelli Rosa, Rogério Cerqueira Leite, entre outros. O motivo da crise foi a ausência de investimentos na área.

Naquela ano o governo simplesmente abandonou qualquer investimento na construção de novas usinas ou de ampliação da capacidade de geração de energia nas existentes. Pior, entregou parte do setor para a iniciativa privada que não demonstra nenhum interesse em fazer um investimento tão alto cujo retorno só se dará a longo prazo. Resultado: falta energia e aumenta o valor dela no Brasil.

A ausência de investimentos no setor de energia foi apenas uma demonstração evidente do que é a política econômica do governo PSDB. De um lado, aumentar abusivamente os impostos. Desde o início do governo de Fernando Henrique, em 1994, a carga tributária no Brasil passou de 21% para quase 35% do PIB (Produto Interno Bruto, total de riquezas produzidas no país). O Brasil passa a contar com uma das cargas tributárias mais altas do mundo. O pior é que, ao contrário da maioria dos países, os impostos incidem principalmente nos assalariados que são descontados em folha (e, portanto, não têm como sonegar). Na outra ponta, o governo simplesmente abandonou os investimentos em infra-estrutura e na área social. Cortou verbas da saúde e da educação (os professores universitários, com salários congelados há 7 anos, estão em greve há mais de 100 dias e as negociações estão emperradas), reformou a previdência social cortando benefícios, entregou a preços de bananas estatais importantes, como as do setor de telefonia e de energia elétrica. Onde foi parar o dinheiro?

Sobrou dinheiro para salvar bancos falidos. Somente na gestão de FHC, bancos como Econômico, Bamerindus, Nacional, Noroeste, entre outros, faliram e receberam doações generosas do governo que praticamente financiou a compra destas instituições por outras, pagando todos os prejuízos. Foram bilhões de reais jogados nos cofres dos banqueiros, que, ao contrário dos bancos que dirigiam, não ficaram sem dinheiro!

Sobrou dinheiro para pagar os juros da dívida. O pagamento de juros da dívida externa e interna consome quase 2/3 do orçamento federal. O governo tem usado do expediente de aumentar os juros para inibir o crescimento e controlar a inflação quando há crises no mercado financeiro. Mas ao aumentar os juros, aumenta a sua própria dívida e mais e mais dinheiro dos contribuintes é usado para isto.

Sobrou dinheiro para financiar a privatização. As privatizações realizadas no governo FHC foram financiadas com dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), instituição que funciona com recursos do PIS/PASEP. Os juros foram baixíssimos. Enfim, o povo brasileiro financiou o capital estrangeiro para comprar as estatais a preços abaixo do mercado.
Aumenta o petróleo, aumenta a gasolina, o diesel, o gaz de cozinha e outras coisas mais. Mas quando baixa o preço do barril de petróleo, os preços destes produtos não baixam.

O modelo econômico do governo atende os interesses dos grandes empresários multinacionais (que receberam estatais de presente), banqueiros e especuladores internacionais. A maior parte do dinheiro dos contribuintes está indo para estes setores. Esta é a lógica do plano econômico do governo e a causa dos imensos problemas sociais que vivemos.

Fonte: http://www.sindiquimicos.org.br/infor1201/11.htm
Admin · 128 vistos · 0 comentários
06 Nov 2009 
ELAS ESTÃO CHEGANDO
Ninguém se espanta mais: o número de mulheres admitindo e liderando pessoas, comprando e vendendo e tomando decisões de peso não pára de crescer.
Entretanto, muita gente se esquece que homens e mulheres atuam e decidem de formas diferentes.


Admin · 138 vistos · 0 comentários
06 Nov 2009 
Honduras: É formado um governo de unidade e reconciliação

Micheletti anunciou formação de governo de reconciliação.
Presidente deposto não indicou representantes para equipe de unidade.


O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, anunciou no início da madrugada desta sexta-feira (6), a formação de um governo de unidade e reconciliação, mesmo sem contar com o representante do presidente deposto do país, Manuel Zelaya. Um porta-voz de Zelaya disse que ele se negou a participar da nova equipe e anunciou que o acordo que busca uma solução para a crise política no país “fracassou”.


“Finalizamos a formação do governo de unidade e reconciliação dentro do prazo estabelecido pelo acordo Tegucigalpa-San José”, disse Micheletti em uma transmissão pela televisão e rádio a todo o país.


Manuel Zelaya foi deposto por um golpe de estado no dia 28 de junho e voltou ao país em 21 de setembro, de surpresa. Ele está até hoje abrigado na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa. Os debates fracassaram até a chegada a Honduras do subsecretário para América Latina dos EUA, Thomas Shannon. Em 29 de outubro, os dois lados anunciaram um acordo, segundo o qual a restituição de Zelaya seria decidida pelo Congresso, como queria o governo deposto. O acordo incluia ainda a formação de um governo de unidade e reconciliação nacional.

Fonte: G1

Admin · 129 vistos · 0 comentários